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Não entre no jogo

Não entre no jogo

Muitos crentes não entendem, não levam a sério o poder do inimigo, alguns vivem como se ele não existisse, mas ele existe e é muito perigoso. Pedro em sua carta dá um conselho muito importante para nós, o conselho é para ser sóbrio e vigiar, é importante ficar ligado o tempo inteiro, em nossa vida espiritual não podemos descansar, o Inimigo anda ao nosso redor como um Leão, não sei se você já esteve em um zoológico, se já viu um Leão rugir, eu já, é muito forte o som, assustador, assim está o inimigo, procurando uma falha nossa, Pedro usa essa comparação forte para nos mostrar a importância da presença do inimigo, tudo o que ele quer é nos devorar e destruir, por isso está procurando uma brecha, ele não pára, está sempre nos vigiando, logo, também devemos ser vigilantes.

1 - Não entre no jogo

Não entre no jogo

“Sejam sóbrios e vigiem. O diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar.” 1 Pedro 5:8

Vamos falar sobre o jogo do inimigo, a forma como ele joga, o que ele fez com alguns personagens bíblicos e o que tem feito para nos seduzir.

Muitos crentes não entendem e não levam a sério o poder do inimigo. Alguns vivem como se ele não existisse, mas ele existe e é muito perigoso. Pedro, em sua carta, dá um conselho muito importante para nós: ser sóbrios e vigilantes. É essencial ficar atentos o tempo inteiro; em nossa vida espiritual, não podemos descansar. O inimigo anda ao nosso redor como um leão. Não sei se você já esteve em um zoológico e viu um leão rugir, mas eu já. O som é muito forte e assustador. Assim está o inimigo, procurando uma falha nossa. Pedro usa essa comparação forte para nos mostrar a importância da presença do inimigo. Tudo o que ele quer é nos devorar e destruir; por isso, está procurando uma brecha. Ele não para, está sempre nos vigiando. Portanto, também devemos ser vigilantes.

Ele tem suas formas de trabalhar, as mais sedutoras. Ele não se apresenta para nós como um leão rugindo, embora esteja assim. Ele se apresenta de forma agradável, e com isso nos sentimos atraídos até cairmos nas garras dele. Cuidado! Ele não está brincando. Ele tem objetivos claros: quer nos tirar da presença de Deus, quer desviar nossas vidas do caminho estreito que leva até os céus. Esse é o objetivo dele. E nós, como estamos levando a nossa vida com Deus? Como está a nossa santidade? Será que temos dado motivos para o inimigo nos atacar e nos envergonhar? Precisamos pensar nisso. Não podemos entrar no jogo dele; ele quer oportunidades.

Ele pode nos pegar nas coisas mais simples, nas coisas que vivemos normalmente no dia a dia. Ele sabe que em coisas grandes não vai nos pegar, mas sabe que nos detalhes consegue. É nos detalhes que vacilamos. Quando as pessoas dizem “Não tem nada a ver”, já vi crentes sendo destruídos por causa de detalhes. Muito cuidado! Não entre no jogo dele.

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

Cuidado com as armadilhas do inimigo

“A serpente me enganou, e eu comi.” Gênesis 3:13

Vamos começar por Gênesis, o princípio de todas as coisas. A primeira investida do inimigo sobre os seres humanos começa com Eva. O inimigo é esperto, sabe distorcer as escrituras, e continua fazendo isso com muita gente até hoje.

Estava o casal no Jardim do Éden. Um dia, a serpente chama Eva e lhe faz uma pergunta: “Não é para comer de nenhum fruto das árvores do jardim?” (Gênesis 3:1). Essa pergunta já é distorcida e tem a intenção de iniciar um diálogo para saber até onde a mulher tinha conhecimento do mandamento de Deus. Ela responde que não podia comer da árvore que estava no meio do jardim e que, se comesse, morreria. Veja que Eva sabe que não pode comer e conhece as consequências, mas o inimigo é persistente. Ele não desiste fácil. Então, ele vem com uma afirmação contrária ao que Deus disse: “Certamente não morrerão” (Gênesis 3:4). Essa afirmação abre os olhos de Eva para uma oportunidade e, ao mesmo tempo, uma dúvida a respeito do que Deus falou. A intenção do inimigo é exatamente essa: colocar em dúvida o que Deus disse. Ele sempre faz isso. Veja o que ele fala: “Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês serão como Deus, conhecedores do bem e do mal” (Gênesis 3:5).

Preste bem atenção na expressão “vocês serão como Deus”. Essa afirmação do inimigo fez abrir inúmeras possibilidades na mente de Eva. Imaginar ser como Deus, sem limites, podendo fazer o que quiser. Deve ter passado muita coisa na cabeça dela. Porém, ela não prestou atenção em um detalhe: ela seria como Deus conhecendo o bem e o mal, só isso e mais nada. O inimigo enganou direitinho, pois ser como Deus conhecendo o bem e o mal não é bom. Cuidado com ele. A proposta é sempre falsa. Ele sempre tenta iludir dizendo que é bom aquilo que de fato é ruim.

“E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela” (Gênesis 3:6).

Ela viu que era boa, agradável e dava entendimento. Então, preferiu acreditar no que o inimigo falou, não consultou a Deus, achou que a melhor proposta era a do inimigo e trouxe para si muitos males. O pecado entrou na sua vida e tudo mudou. O inimigo é muito esperto. Vendeu um produto com a embalagem bonita, mas na verdade estava ruim por dentro. Essa estratégia é antiga.

Precisamos ter muito cuidado. Há coisas na vida que uma única atitude pode mudar tudo. Que possamos estar sempre voltados para a Palavra de Deus para não entrar no jogo do inimigo. Não aceite qualquer proposta, consulte a Deus.

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

Cuidado com as escolhas

“Ló escolheu todo o vale do Jordão e partiu em direção ao Leste…” Gênesis 13:11

Quantas escolhas erradas você já fez? Quantas ilusões já sofreu? Quantas vezes teve certeza de que tudo ia dar certo e deu errado? Por que isso acontece? É muito difícil entender as coisas que acontecem em nossa vida, entretanto, precisamos tomar muito cuidado com o que estamos vendo. Há coisas que parecem maravilhosas aos nossos olhos, mas, na verdade, são apenas grandes ilusões. Precisamos avaliar, orar, buscar primeiramente a Deus até termos a resposta certa sobre o que fazer, para não tomar decisões erradas e evitar consequências sérias para nossa vida.

Abraão saiu de sua casa para ir a um lugar que o Senhor iria mostrar e levou consigo seu sobrinho Ló. Em um determinado momento, foi necessário se separarem, pois eram muito ricos e havia divisões e contendas entre os pastores de Ló e os de Abraão. Nesse momento, Abraão deu a Ló a opção de escolher o caminho. Ló, olhando para as terras, avistou o vale do Jordão, um lugar muito bonito e bem estruturado. Parecia perfeito, tinha tudo, era como o Jardim do Senhor, rico como a terra do Egito. Ao ver aquilo, Ló tomou a decisão de ir para lá, mas acabou escolhendo o pior caminho, pois as pessoas daquele lugar eram extremamente perversas e terríveis, pecadoras que não queriam nada com o Senhor.

A decisão de Ló não foi fácil, pois ele não tinha conhecimento desse grande problema. No entanto, o problema surge quando olhamos para a beleza das coisas, a ilusão de que tudo será muito bom, de que vai dar certo. Muitas vezes somos iludidos pela propaganda; há algo maravilhoso no produto que o inimigo está vendendo. Ele é bom de marketing, e as técnicas que usa são excelentes. Quando percebemos, caímos em sua armadilha ou até mesmo nas nossas próprias armadilhas, no desejo do nosso coração. Somos iludidos pela nossa própria cobiça.

Veja o que Pedro diz: “Pois, vivendo entre eles, todos os dias aquele justo se atormentava em sua alma justa por causa das maldades que via e ouvia.” (2 Pedro 2:8). Quando tomamos decisões erradas, somos obrigados a conviver com as consequências até que, um dia, possamos nos livrar delas — e quase sempre não é fácil. Que possamos pensar bem antes de tomar qualquer decisão. Que não olhemos apenas para a beleza do produto, mas constatemos que ele é realmente bom e útil para nós. Não entre no jogo!

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

Nosso grande inimigo

“…Quando estavam lá, Caim atacou seu irmão Abel e o matou.” Gênesis 4:8b

Temos três inimigos terríveis que lutam contra nós: a nossa própria carne, o inimigo de nossas almas (o Diabo) e o mundo com suas tentações e ofertas. Precisamos ser resistentes e lutar contra eles. Sozinhos, é muito difícil enfrentá-los, por isso, precisamos sempre contar com a ajuda de Deus para vencê-los. Somente com o poder do Espírito Santo operando em nós conseguiremos.

Caim foi levado pelos próprios sentimentos e, por isso, enfrentou seu pior inimigo: ele mesmo. Este é o inimigo mais difícil de ser enfrentado. O grande problema de Caim foi não ouvir a Deus.

A Bíblia nos conta que houve um tempo em que Caim trouxe uma oferta ao Senhor, dos frutos da terra, pois ele era agricultor. Seu irmão Abel, por sua vez, trouxe também a sua oferta, e Deus aceitou a oferta de Abel, mas não a de Caim. Imediatamente, Caim demonstrou em seu rosto todo o seu sentimento. O Senhor fez duas perguntas a Caim: “Por que você está furioso? Por que se transtornou o seu rosto?” (Gênesis 4:6). As perguntas de Deus para Caim parecem muito óbvias, mas tinham o objetivo de iniciar um tratamento com ele, um diálogo que buscasse um entendimento melhor do acontecimento, acompanhado de cura.

Deus falou algo importante para ele: “Se você fizer o bem, não será aceito? Mas, se não fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo.” Caim foi tomado por um ódio pela oferta não aceita. Contudo, ele deveria se perguntar por que sua oferta não foi aceita e o que fazer para entregá-la de forma correta. Entretanto, Caim preferiu colocar a culpa no outro, teve inveja da oferta de Abel e a solução encontrada por ele foi dar fim à vida de seu irmão, acreditando que isso resolveria seu problema. Mas o que Abel tinha a ver com isso? Por que matar o irmão se ele não tinha culpa? Para justificar nossos erros, muitas vezes, buscamos alguém para culpar. Isso acontece quando damos vazão à nossa carne. Deus avisou Caim que o pecado já o ameaçava e que ele precisava dominá-lo, mas ele preferiu não tentar dominar e fez o pior. A nossa carne é um terrível inimigo; ela nos ameaça o tempo todo. Precisamos tentar dominá-la e não podemos entrar no jogo da carne, senão, ela nos domina. Quando isso acontece, cumprimos os desejos dela e cometemos erros ainda mais graves.

Toda vez que a carne entra em conflito conosco, precisamos recorrer a Deus, buscar Nele forças e recursos para vencê-la. Que possamos ficar mais atentos e não permitir que nossa carne fale mais alto. Não entre no jogo.

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

Benção ou Maldição

“Da mesma boca procedem bênção e maldição. Meus irmãos, não pode ser assim!” Tiago 3:10

Uma das coisas mais difíceis de controlar é a língua. A carta de Tiago aborda esse tema com profundidade, e sabemos que é verdade: muitas vezes dizemos coisas que não deveriam sair da nossa boca. Sempre temos alguém de confiança, aquela pessoa em quem todos confiam. No entanto, esse pode ser o nosso problema. Se falamos com o objetivo de orar ou ajudar, é uma coisa; mas se falamos com o objetivo de difamar, aí já é outra história.

A questão é que é muito difícil controlar isso. Quando falamos, não há como voltar atrás. No entanto, nosso comportamento não deve ser assim. Da nossa boca não podem sair bênçãos e maldições ao mesmo tempo. Precisamos ter muito cuidado com o que dizemos. Lembre-se de que a pessoa para quem você conta algo também tem outra pessoa de confiança. Logo, o que falamos se espalha, e muitas vezes causamos transtornos e difamações sem perceber.

Falar coisas negativas, ser pessimista em relação a tudo e criticar constantemente são atitudes que prejudicam bastante nossa vida. Muita gente só fala em desgraça o dia inteiro, vendo apenas o lado ruim da vida. Eu entendo que nem sempre as coisas estão boas, mas é importante tentar extrair o melhor da vida. Quando nos concentramos apenas no lado negativo, nos tornamos pessoas amargas. Nossa visão de vida fica distorcida, e acabamos transmitindo isso para os outros. Assim, nos tornamos companhias desagradáveis, e ninguém quer ficar perto de alguém mal-humorado.

Devemos cuidar para que da nossa boca saiam apenas bênçãos. Mudar nossa forma de falar melhora nossa própria vida e o ambiente ao nosso redor. Tudo depende das palavras que escolhemos. Se soubermos falar as coisas corretamente, podemos transformar ambientes e até mudar o estado emocional de uma pessoa. Esse é o comportamento adequado para um cristão. Como Tiago diz: “Com a língua bendizemos ao Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus” (Tiago 3:9). Certamente, essa não é a melhor forma de agir. Portanto, precisamos vigiar nossa forma de falar e evitar cair no jogo da nossa própria carne.

 

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

Morrendo aos poucos

“Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria.” Colossenses 3:5

O cristão precisa morrer aos poucos diariamente. É necessário que nossa natureza humana morra para que o Espírito Santo ocupe cada vez mais espaço em nós. Todos os dias, temos batalhas diárias para travar. Essas batalhas são contra a nossa natureza terrena, são reais e intensas. A carne clama pela sua própria vontade, e isso não é fácil. Lutar contra nossos desejos é a pior luta que existe; ir contra o nosso “eu” é muito difícil. Se essas batalhas não estão acontecendo dentro de nós, precisamos tomar cuidado, pois há algo errado em nossa caminhada. Se nossos desejos carnais não nos incomodam, se fazemos o que queremos sem problema algum, é necessário rever nossos conceitos cristãos.

Todo cristão vive em busca de santidade, que é a coisa mais importante para nossa vida, pois agrada a Deus e faz bem para nós. É preciso buscar santidade todos os dias, e para fazer isso, precisamos fazer morrer nossa natureza terrena. Ela não morre no dia em que aceitamos a Cristo, nem mesmo fica nas águas batismais. Ela morre aos poucos, mas não morrerá completamente até que Cristo volte e busque sua Igreja. Nesse momento, nosso corpo será transformado, e finalmente não teremos mais nossa natureza terrena. Mas enquanto isso não acontece, precisamos ir morrendo aos poucos, todos os dias.

Paulo diz: “fazei morrer.” Essa expressão indica que essa parte é nossa responsabilidade. Cabe a nós fazer morrer nossa natureza terrena. Paulo cita algumas coisas que precisam morrer: “imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria.” Todas essas vontades terrenas geram afastamento de Deus, e por esse motivo, precisamos evitá-las para nos aproximarmos mais de Deus. Não fomos salvos para viver de qualquer maneira; é necessário um grande esforço para mudar. Há crentes que nunca mudam, não se preocupam com a vida cristã, vivem da mesma forma e não se incomodam com isso. Crentes que não leem a Bíblia dizem que seguem a Jesus, mas não o conhecem. Ele é a própria Palavra; se não conhecermos a Palavra, também não conhecemos Jesus. Nossa vida não é somente ir para a igreja, cantar louvores a Deus e ouvir pregações; é necessário algo mais, uma batalha diária. Não podemos entrar no jogo da carne, da natureza humana; precisamos fazer morrer nossa natureza terrena. Quando fazemos isso, estamos adorando a Deus com nossa vida e pregando o evangelho. Por isso, devemos deixar hábitos antigos, como a forma de falar, tratar as pessoas, coisas que estávamos acostumados a ver na internet, na TV e outras coisas mais. Precisamos, de fato, buscar a Deus, pois só Ele pode nos ajudar a nos afastar dessas coisas. Assim, teremos uma vida cristã melhor, nosso testemunho será eficaz e seremos semelhantes a Cristo, morrendo para a carne e vivendo para Jesus. Não entre no jogo.

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

Não perca o controle

“Quando vocês ficarem irados, não pequem”. Apaziguem a sua ira antes que o sol se ponha. Efésios 4:26

Quando somos de alguma forma afrontados, ameaçados ou vivemos uma injustiça, é natural que nossa reação seja de ira. Queremos logo reagir, achando que assim estamos nos defendendo e cumprindo a devida justiça. No entanto, o que Jesus nos ensina é bem diferente. Precisamos pensar antes de agir, pois determinadas reações podem piorar as situações. As palavras que falamos não podem ser retiradas, e nossas atitudes impactam a vida das pessoas, seja de forma positiva ou negativa. O que fazemos afeta nosso testemunho de vida, e até mesmo nosso corpo sente as consequências. Ficar irado é natural, mas o problema está em como controlamos essa ira. Paulo, escrevendo aos Efésios, diz: “Quando vocês ficarem irados…” Isso mostra que ele entende que, em algum momento, a ira é inevitável. Porém, o conselho que ele dá é: “não pequem”. Quando ficamos irados e reagimos negativamente, pecamos. Devemos manter o controle, medir nossas palavras ou, talvez, até optar por não dizer nada, para evitar erros durante momentos de ira.

Nossa reação natural para nos defender é atacar, mas o ataque nem sempre é a melhor arma de defesa. Às vezes, é melhor não atacar. Sempre existe uma solução melhor. A ira não deve durar muito tempo, pois precisamos tratá-la para que não tome espaço em nosso coração e faça morada. Paulo também nos diz: “apaziguem a sua ira antes que o sol se ponha.” Mas por que ele diz isso? Por que precisamos resolver logo? A resposta é simples: porque manter a ira faz muito mal para nós, para nossa mente e nosso corpo. É terrível para nossa vida manter a ira dentro de nós. Precisamos tratar esse sentimento, pedir ajuda a Deus e nos livrar dele o mais rápido possível. Assim, teremos paz em nosso coração. Não há nada melhor do que ter paz. Enquanto a ira traz tudo de ruim, a paz traz tudo de bom.

Devemos buscar ajuda e refúgio em Deus. Quantas palavras já dissemos que causaram problemas e feriram pessoas de maneira desnecessária? Quantas vezes magoamos alguém por não sabermos medir nossas atitudes, tudo porque no momento de ira não soubemos controlá-la? Por isso, devemos nos livrar desse sentimento ruim rapidamente. É muito melhor medir as palavras que saem da nossa boca, transformando-as em palavras sábias e edificantes. Não pecar no momento da ira é evitar cair nas armadilhas da carne. A carne luta contra o espírito, pois nossa reação natural e humana é pecaminosa. Mas, se dermos espaço para o Espírito Santo trabalhar em nossas vidas e deixarmos Ele agir, seremos bem-sucedidos em tudo o que dissermos. Claro que não é fácil, e com certeza teremos que suportar afrontas que não queremos. Entretanto, o resultado é infinitamente melhor e gratificante. Que possamos agir assim. Não entre no jogo da carne!

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

Tem muita gente se achando


“Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado. Gálatas 6:1”

É muito comum ver pessoas que se dizem espirituais. Muitas vezes, tentam demonstrar isso falando de forma diferente, usando uma linguagem que muita gente não entende, mencionando coisas da Bíblia que quem está de fora nem sabe o que significa. Alguns apontam constantemente o pecado dos outros, julgando as pessoas como se elas mesmas não pecassem. Outras ainda se vestem de maneira diferente, achando que a roupa vai torná-las mais santas. É claro que o padrão cristão é a decência, mas muitos estabelecem um estilo específico de roupa como regra. Existem também aqueles que falam da Bíblia o tempo todo, em qualquer conversa, sem estratégia para abordar o assunto, tornando-se pessoas cansativas e indesejáveis. Alguns insistem em convidar os outros para a igreja o tempo todo, sem perceber que há tempo para tudo e que é necessário discernir isso. Não podemos incomodar as pessoas a todo momento, pois todos são livres para tomar suas próprias decisões.

Muitas pessoas se acham espirituais, mas, na verdade, não sabem o que significa ser espiritual de fato. Ser espiritual não é demonstrar espiritualidade; não é algo que exige esforço externo. Para ser espiritual, é necessário ter uma vida com Deus, andar com Ele diariamente e se esforçar ao máximo para agradá-Lo, com humildade. É preciso entender que também pecamos e não somos diferentes dos outros. Veja o que Paulo diz: “Vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão.” Isso mesmo! Se você viu algum irmão pecar, não saia julgando. Procure entender; você não sabe o que ele está vivendo e, portanto, não pode julgá-lo dessa maneira. Reflita e busque uma forma de ajudar. Julgar é fácil; ajudar é bem mais difícil. Por isso, é melhor estender a mão do que dar um tapa. Antes de qualquer coisa, é preciso lembrar que também erramos: “Cuide-se, porém, para que você não seja tentado.” O que Paulo quer dizer é que, se alguém pecou em um ponto, nós também pecamos em outro. Então, vá com calma. Cuide-se, pois você também não é perfeito.

Quem julga será julgado, e quem não julga não será julgado. Vamos com calma! Todos somos carne, temos a mesma natureza pecaminosa. A salvação não nos isentou do pecado; ainda vivemos nele. A diferença é que estamos lutando para ter uma vida mais santa, com o objetivo de agradar a Deus. Mas ninguém deixou de pecar. Precisamos ter muito cuidado. É necessário olhar para dentro de nós mesmos e perceber que estamos tão errados quanto o irmão que pecou. A diferença é que talvez o nosso pecado seja diferente, mas continua sendo pecado. Não entre no jogo da soberba.

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

Cuidado, não dê chance ao pecado


“Uma tarde Davi levantou-se da cama e foi passear pelo terraço do palácio. Do terraço viu uma mulher muito bonita tomando banho” 2 Samuel 11:2

Você já foi pego de surpresa em uma situação inesperada que parecia vantajosa? Isso acontece às vezes. A questão é saber lidar com a situação e identificar se essa surpresa é realmente boa e trará bons resultados para nossa vida, ou se está disfarçada de algo positivo, mas, no fundo, resultará em consequências terríveis. Na verdade, quando nos deparamos com algo que parece vantajoso, nem sempre conseguimos pensar no futuro. É necessário estar atento, pois qualquer atitude errada pode trazer consequências sérias, e uma distração pode mudar o curso da nossa vida.

Davi passou por isso. Ele estava passeando no terraço do seu palácio e viu uma mulher muito bonita tomando banho, o que despertou o desejo de saber quem era. Vamos refletir um pouco: uma coisa leva a outra. O primeiro passo para o erro é ver a tentação. Se dermos atenção a essa visão, já estamos a um passo de pecar, e foi exatamente isso que Davi fez. Ele não apenas viu, mas também quis saber quem era a mulher. Ao descobrir que ela era esposa de Urias, deveria ter parado por ali, afinal, era uma mulher casada. Mas Davi não parou. Ele mandou chamá-la e se deitou com ela, cometendo um grave erro que trouxe consequências terríveis para sua vida.

A mulher engravidou e, para resolver o problema, Davi tentou encobrir a situação com uma mentira. Contudo, isso não funcionou, então ele tomou uma decisão ainda mais grave: eliminou Urias. Até que ponto podemos chegar com nossas decisões erradas? Veja, um erro puxa outro erro. Para resolver um problema, criamos outro ainda maior, e assim foi a vida de Davi.

O grande problema do ser humano em relação ao pecado é dar atenção a ele. Quando não estamos alertas, isso acontece. Achamos que não haverá problema, que não resultará em nada, que parece algo pequeno. Mas, quando percebemos, o que parecia insignificante se torna grandioso e terrível. O inimigo arma situações para nós, e a nossa própria carne nos engana. Precisamos estar o tempo todo atentos. Quando surgir a tentação, devemos buscar estratégias para fugir dela. Não podemos brincar com isso, pois pode se tornar algo irreversível. Às vezes, algo que parece simples pode tirar a nossa paz. Por isso, se perceber que algo pode trazer consequências ruins para sua vida, corte o mal pela raiz. Não deixe brotar, para que não aconteça algo pior. Não entre no jogo.

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

Não entre no jogo deles

“Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores!” Salmos 1:1

Estamos vivendo em um contexto bem diferente de alguns anos atrás. Será que estamos mudando? É claro que já houve muitos exageros no evangelho. Muitos, ao se converterem, se isolavam das pessoas, achando-se santos a ponto de nem falar com quem não era crente. Outros deixaram de viver algumas coisas por acreditarem que eram práticas mundanas, proibindo muita coisa, e isso nos distanciou de muitos aspectos da vida. No entanto, fico preocupado com algumas coisas, parece que estamos mudando demais. Estamos aceitando muitas coisas e nos tornando cada vez mais parecidos com o mundo, e o objetivo do evangelho não é esse.

Será que estamos novamente interpretando as coisas de maneira errada? Se antes nos distanciávamos completamente das pessoas que chamávamos de mundanas, hoje estamos praticamente vivendo as mesmas práticas que elas. Até onde vamos chegar com isso? É preciso tomar muito cuidado, entender de fato qual é a nossa missão, ler mais a Bíblia, interpretar melhor os textos e viver uma vida mais parecida com a de Jesus, distanciando-nos das práticas do mundo.

Se eu perguntar para você, me responda honestamente, olhando para a realidade da sua igreja, da sua casa ou até de você como cristão: quantos crentes leem a Bíblia todos os dias? Quantos oram diariamente? Quantos falam de Deus? Quantos estão de fato vivendo o ministério para o qual foram chamados? Até mesmo a vontade de trabalhar pelo evangelho mudou. Estamos ocupados demais com a nossa vida secular, vivendo demais o nosso próprio mundo.

O que será da igreja no futuro? Sabemos que as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja de Cristo, mas eu fico pensando na qualidade dos cristãos que teremos daqui a alguns anos. Estamos novamente exagerando, só que agora para o outro lado. Estamos aceitando demais o mundo, vivendo demais o mundo, e nos parecendo cada vez mais com ele. Será que estamos no caminho certo? Penso que não. Precisamos olhar para a Bíblia e buscar o equilíbrio. O problema é que muitos não querem olhar para a Bíblia; muitos crentes nem sabem o que está escrito, e isso é um fato.

Olhando para o Salmo 1, podemos aprender muita coisa. Não seguir o caminho dos ímpios não significa se afastar deles, mas sim viver entre eles sem seguir seus conselhos. Quem deve aconselhá-los somos nós, e não sermos aconselhados por eles. Não devemos imitar a conduta dos pecadores, nem trazer práticas mundanas para dentro de nossas igrejas ou de nossas vidas. Precisamos influenciar, e não ser influenciados. Eles precisam nos imitar, e não o contrário. Estamos falando como eles, nos vestindo como eles, usando as coisas que eles usam. Não podemos ser assim. Não se assentar na roda dos zombadores não significa deixar de ir à casa deles ou de fazer amizades, mas saber exatamente quais são os nossos limites como cristãos, sem deixar que zombem de nós. É necessário dar exemplo de boa conduta cristã. Sentar na roda dos zombadores é aceitar o modo de vida deles e permitir viver as mesmas coisas, dando motivos para que zombem de nós.

Será que estamos mudando? Cabe uma profunda reflexão de cada um de nós, individualmente. Cada cristão deve olhar para dentro de si e fazer uma avaliação, mas sempre à luz da Bíblia. Se estamos pecando mais, é porque estamos lendo menos, orando menos, amando menos e dando menos tempo para Deus. As coisas do mundo estão ocupando cada vez mais espaço em nossas vidas, e minimizando as coisas de Deus em nossas igrejas, casas e famílias.

Que possamos tomar cuidado, pois o inimigo está mudando sua estratégia para ganhar mais pessoas, e muitos estão caindo no jogo dele. Cuidado! Não entre no jogo.

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

Não entre no jogo da sua própria carne

“Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia.” Provérbios 28:13

É possível esconder um pecado de Deus? Claro que não, mas por que o texto bíblico diz “quem esconde os pecados”? Parece até que é possível, mas na verdade não é. O problema não está em Deus, pois não há como esconder Dele o pecado. A questão está em nós. Nós é que precisamos revelar o pecado. Deus já sabe, mas nós precisamos confessar. Quando fazemos isso, estamos curando a nós mesmos, e isso nos faz bem. Lembra de Adão? Deus perguntou a ele “onde estás?”, e é certo que Deus já sabia onde ele estava, mas queria ouvir a verdade diretamente de Adão. No entanto, ele tentou se esconder. Às vezes, fazemos o mesmo que Adão: tentamos nos esconder. Mas é necessário confessar, e isso exige coragem, humilhação e reconhecimento. Isso é importante porque, ao confessar, declaramos a Deus que não nos conformamos com a nossa condição atual. Quando confessamos, encontramos misericórdia. Além de ser libertador, isso tira um fardo das nossas costas, nos deixa mais tranquilos e nos permite caminhar melhor.

Precisamos nos libertar do pecado. Não podemos viver sob a escravidão do pecado. Isso não significa que nunca mais pecaremos, pois isso é impossível. Em João 8:34, Jesus disse: “Digo-lhes a verdade: Todo aquele que vive pecando é escravo do pecado.” Ser escravo é uma coisa, e pecar por causa da nossa natureza é outra. Pecamos porque somos seres humanos, e nossa natureza é assim. Nossa carne gosta de pecar, mas, quando vivemos para Cristo, não temos o hábito de permanecer no pecado. Não vivemos pecando o tempo todo e não temos prazer no pecado. Quem é nascido de Deus não pode viver nessa prática. Pecamos, pedimos perdão a Deus e continuamos vivendo, tentando minimizar o pecado em nossa vida. Como cristãos, devemos estar sempre preocupados em fazer a vontade de Deus, por isso não vivemos no pecado. Ele não nos escraviza, porque não o aceitamos. Quando pecamos, logo nos consertamos e pedimos perdão. É preciso ter controle sobre o pecado e não deixar que ele nos controle, pois não somos escravos do pecado.

Para viver em Cristo e pecar menos, é necessário seguir o conselho bíblico na carta de Paulo aos Colossenses 3:5: “Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria.” Essa deve ser a nossa atitude: fazer morrer o que pertence à velha natureza. Não é uma atitude divina, é algo que parte de nós. Paulo cita alguns pecados que fazem parte da natureza humana, e nós precisamos “matar” o velho homem para que Cristo viva em nós. Para isso, podemos contar com uma ajuda muito importante: o Espírito Santo. Ele nos auxilia em nossas dificuldades, por isso precisamos estar o tempo todo conversando com Ele, pedindo ajuda e força, e Ele nos dará. Confessando e pedindo perdão, Ele nos ajudará a prosseguir. Não podemos viver na dependência do pecado, mas sim na dependência do Espírito Santo, sendo alimentados todos os dias pela Palavra de Deus e conversando com Ele constantemente.

Que você possa estar atento ao jogo do inimigo e tomar muito cuidado para não cair nele. Conhecer a Palavra de Deus é essencial para entender o jogo do inimigo.

Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br

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