A igreja que eu sempre quis
Muitas pessoas estão vivendo em suas igrejas, porém insatisfeitas, os motivos são variados, as reclamações são diversas. E você, o que pensa? Se Deus te desse a oportunidade de modificar tudo, colocar do seu jeito, o que você faria? Por onde começaria?
Estou certo de que você já está pensando em muitas coisas, ou talvez já tenha até um plano traçado para isso, mas será que é tão simples assim? É certo que não, e você sabe disso. Nosso objetivo é olhar a igreja de uma maneira diferente, pensando não somente na comunidade, mas olhando para dentro de cada um de nós, como parte do corpo de Cristo, templo do Espírito Santo, igreja porque somos igreja.
Cabe a nós uma reflexão: O que eu preciso fazer para conquistar a igreja que eu sempre quis, será que é possível?
Vamos em frente, que Deus nos abençoe e mostre o melhor caminho para a compreensão do nosso papel na igreja de Cristo.
1 - O que você pensa sobre sua igreja?
O que você pensa sobre sua igreja?
Muitas pessoas estão vivendo em suas igrejas, porém insatisfeitas. Os motivos são variados e as reclamações são diversas. E você, o que pensa? Se Deus te desse a oportunidade de modificar tudo e colocar do seu jeito, o que você faria? Por onde começaria?
Você provavelmente já está pensando em muitas coisas, ou talvez até tenha um plano, mas será que é tão simples assim? Certamente não, você sabe disso. Nosso objetivo é olhar a igreja de uma maneira diferente, pensando não somente na comunidade, mas olhando para dentro de cada um de nós, como parte do corpo de Cristo, templo do Espírito Santo, pois somos a igreja.
Cabe a nós uma reflexão: O que eu preciso fazer para conquistar a igreja que eu sempre quis, será que é possível? Vamos em frente, que Deus nos abençoe e mostre o melhor caminho para a compreensão do nosso papel na igreja de Cristo.
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
2 - A igreja tem dono?
A igreja tem dono?
Há vários tipos de igrejas, cada uma com um modo diferente de administração. Em algumas, o pastor é quem dita as regras e todos obedecem; em outras, uma família exerce o controle; em outras ainda, a liderança tem o poder e a igreja, bem como o pastor, têm pouca autonomia. Quando refletimos sobre a igreja, enfrentamos o desafio de compreender por que elas sofrem tanto com sua administração.
Em minha caminhada na vida cristã, tive a oportunidade de conhecer uma variedade de pessoas, muitas das quais já não frequentam mais a igreja. Essas pessoas se sentiram frustradas por diversos motivos dentro da igreja. Algumas não receberam a atenção que desejavam, outras alegam não ter tido oportunidades para servir, enquanto algumas se sentiram incompreendidas. Além disso, há um grupo que passa de igreja em igreja em busca da comunidade ideal que nunca encontram, pois cada igreja possui suas próprias dificuldades. Para essas pessoas, é importante ressaltar que a igreja perfeita simplesmente não existe.
Certo dia, eu estava preocupado com o que estava acontecendo na igreja onde congregava. O ambiente já não era suportável para mim. Foi então que, buscando ao Senhor, compreendi uma verdade muito importante: a igreja tem um dono, e seu nome é Jesus Cristo. Nesse momento, me questionei: se a igreja pertence a Deus e Ele é infalível, como podem ocorrer tantas coisas erradas? Será que a culpa é de Jesus, por não administrar bem a Sua igreja? Claramente, não faz sentido pensar dessa forma. Então, onde está o erro?
Posso considerar que o erro está no meu irmão, no pastor ou até em mim, mas, na verdade, onde está o erro?
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
3 - A igreja de Cristo é composta por pessoas
A igreja de Cristo é composta por pessoas
É importante compreender que a igreja é composta por pessoas, e as pessoas são dotadas de qualidades e defeitos. A igreja é uma comunidade de indivíduos que estão em processo de crescimento na fé e no conhecimento de Cristo. No entanto, esse crescimento não ocorre de forma uniforme para todos. Cada pessoa tem seu próprio ritmo, e somente Deus sabe o quanto cada um cresce a cada dia. É possível que você tenha obtido um entendimento maior em alguma área da sua vida, através da graça de Deus, em comparação ao seu irmão; no entanto, você também pode ter deficiências em outras áreas. Assim, todos nós estamos nesse processo de crescimento e aprendizado.
Deus permite certos acontecimentos na igreja porque precisamos crescer juntos, aprender uns com os outros e exercitar nossa fé. Por isso, não se preocupe; Ele é o dono e ninguém melhor do que Ele sabe como administrar Sua igreja. Somente Ele conhece o coração de cada um, pois Ele habita dentro de cada um. Somente Ele é capaz de transformar as pessoas. O fato é que precisamos entender as coisas, e como crianças, não entendemos quase nada. Mas como dizem o tempo todo: Deus está no controle! É verdade, Deus está no controle e isso é verdadeiro. Se você está decepcionado ou passando por algum problema na igreja onde congrega, já tentou parar para observar o que Deus está fazendo? Ao contemplar o que Deus está fazendo, você consegue entender muitas coisas. E como entender? Observando, ficando quieto, vendo e ouvindo, pois Deus tem algo a nos ensinar.
Qual é o nosso desafio?
É importante parar um pouco de olhar para o lado ruim das pessoas e começar a enxergar o que de melhor elas têm para oferecer. Devemos também refletir sobre nossos próprios defeitos e deixar de lado os defeitos dos outros. Torna-se necessário fazer perguntas a nós mesmos: O que posso fazer para melhorar e ser mais útil onde congrego? De que maneira posso abençoar e tentar melhorar a vida das pessoas?
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
4 - Vamos deixar algumas coisas bem claras
Vamos deixar algumas coisas bem claras
Existem certas coisas que precisamos entender e às vezes parecem não estar bem claras para nós. Relacionei algumas delas:
✔ Não estou sempre certo sobre tudo;
✔ Tenho minhas falhas e dificuldades;
✔ Há coisas que Deus permite acontecer para o aprendizado de alguns;
✔ Há coisas que Deus permite acontecer para o crescimento da igreja;
✔ Há coisas que Deus permite acontecer para o meu crescimento;
✔ Não sou o dono da igreja;
✔ Deus não está fazendo vistas grossas para os acontecimentos;
✔ Deus conhece cada pessoa e sabe o que vai ao coração de cada um;
✔ Preciso fazer a obra; Jesus não tem culpa se alguém me aborreceu;
✔ Tem pessoas que me ajudam, e eu devo considerar essas pessoas;
✔ Eu não sou o centro das atenções;
Ao fazer essas críticas numa autoanálise, podemos compreender melhor o plano de Deus em nossas vidas. Existem muitas coisas ao redor de uma provação, e nós precisamos ficar atentos, pois Deus está fazendo algo, Ele está nos ensinando; é momento de aprendizagem. Por isso, pare de reclamar, respire bem fundo e ore ao Senhor com o propósito de ser uma bênção na igreja, ajudando e sendo uma bênção.
“Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo.” Colossenses 3:23-24
“Se alguém se purificar dessas coisas, será utensílio para honra, santificado, útil para o Senhor e preparado para toda boa obra.” 2 Timóteo 2:21
Qual é o nosso desafio?
Fazer uma profunda reflexão sobre nós mesmos e sobre nossas atitudes, será que de fato estamos corretos? É necessário olhar para dentro de nós e tentar compreender melhor quem somos, será que somos muito diferentes dos outros? Reflita sobre isso.
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
5 - Por que as coisas estão fora do lugar?
Porque as coisas estão fora do lugar?
Acreditamos que as coisas não estão indo bem. Pensamos assim porque desejamos o desenvolvimento saudável da igreja e reconhecemos a importância do seu crescimento. No entanto, questionamos até que ponto realmente discernimos entre o certo e o errado. Será que compreendemos completamente os limites da vontade de Deus?
Às vezes, pensamos que todos estão contra nós, será mesmo? Isso acontece porque o que está faltando é um olhar crítico a nós mesmos. Já percebeu que em nós existe algo natural de achar que estamos sempre corretos em tudo que pensamos ou fazemos? Talvez se nós nos colocássemos no lugar dos outros poderíamos ver por uma ótica bem diferente. Você já se questionou alguma vez? Tente fazer isso, pergunte a si mesmo: eu sou uma pessoa legal? Sou compreensivo do mesmo jeito que sou compreendido pelas pessoas? Perdoo como desejo ser perdoado? Ajudo como gostaria de ser ajudado?
É sobre isso que Jesus está falando na oração do Pai Nosso, perceba o trecho da oração: “perdoa nossas dívidas assim como nós perdoamos os nossos devedores” Jesus nos dá uma grande lição, é uma condicional, se eu perdoar serei também perdoado, porém se não perdoar, não serei. Em Marcos 11:25 diz: “E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Percebeu o “perdoai”, imagine você quantas orações são impedidas por que não perdoamos as pessoas. É muito fácil julgar a liderança, mas será que se o Senhor nos der uma oportunidade conseguiremos fazer um bom trabalho? Pense bem, a forma que Jesus usa para nos ensinar é muito diferente da forma do mundo. Ele tem seus métodos, e também sabe o que vai em cada coração. Precisamos olhar para todo esse cenário e tentar entender o que Deus está fazendo, quem sabe Ele também não quer falar conosco através disso, só vamos perceber se olharmos por essa ótica, do contrário estaremos sempre na posição de julgamento, parece até que todos estão errados e somente nós estamos certos, será?
Peço perdão pela forma de falar, mas o objetivo é impactar mesmo, não é fácil confrontar a nós mesmos, porém é necessário, do contrário seremos prisioneiros dos nossos próprios pensamentos e nunca conseguiremos compreender uns aos outros.
Qual é o nosso desafio?
Mudar nosso olhar em relação a igreja, ao invés de criticar tentar ajudar. Pedir a Deus sabedoria e estratégias para contribuir melhor com a obra de Deus. Olhar para nós mesmos e verificar quem somos na realidade. Lembrar que tudo deve ser da vontade de Deus e não da nossa, tudo tem seu tempo e cada um está em um estágio diferente em seu relacionamento com Deus, nós, devemos ajudar e não piorar as coisas.
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
6 - Parar não é a solução
Parar não é a solução
Em momentos difíceis, uma coisa que não podemos fazer é parar; isso mesmo, parar não é a solução. Quando dizemos que estamos insatisfeitos com as coisas e não queremos fazer mais nada, deveríamos pensar primeiro em Jesus. Será que o preço que Jesus pagou na cruz é menor do que o que estamos pagando pelo evangelho? Lembro-me de Judas; Jesus esteve ao lado dele o tempo todo; ele pertencia ao grupo dos doze discípulos. Sabe o que é mais impressionante? Ver Jesus mantendo-o no grupo até o fim, respeitando-o e amando-o. Jesus sabia muito bem que ele o havia de trair, porém, no fim de tudo, na hora de Judas entregar o mestre, ele diz uma frase muito forte: ‘…Amigo, a que vieste?’ (Mateus 26:50). Perceba a consideração que Jesus tinha por ele; Jesus não estava preocupado em que Judas fosse seu amigo, mas estava preocupado em ser amigo de Judas. O que acontece conosco é que desistimos das pessoas facilmente. Só queremos cumprimentar e estar perto de pessoas que nos agradam. Mas não foi isso que Jesus nos ensinou; antes, todo sentimento deve partir de nós, e não podemos esperar sentimentos dos outros. Nós temos que amar; essa é a ordem clara de Jesus. É muito simples entender, olhando para Jesus. Já pensou se Ele fosse esperar que as pessoas o amassem primeiro? Teríamos nossa salvação? Certamente que não; Ele nos amou primeiro.
Creio que o ponto mais importante não é ter todas as nossas vontades atendidas, mas ter a oportunidade de participar de tudo. Podemos ser canais de bênçãos em várias áreas da igreja, abençoando vidas com o que podemos oferecer. Temos muitas coisas boas; o problema é que estamos olhando para o lado ruim e esquecemos que Deus está no controle. Se Deus está no controle, alguma coisa terá proveito nisso. Pense que você hoje está contribuindo com a obra de Deus e quando decide parar está dizendo para Deus: ‘Senhor, eu não quero fazer tua obra, não conte comigo, não quero ser teu parceiro’. Entenda que você não está abandonando somente pessoas nem suas ações na igreja, mas está abandonando o próprio Deus, quando foi Ele que te chamou para fazer a obra. Será que Deus merece isso?
Quando chegamos a esse estado, não conseguimos mais diferenciar o bom do ruim, perdemos o foco e olhamos para aqueles que estão nos perseguindo, deixando de olhar para as pessoas que podemos abençoar. Na verdade, rejeitamos a Deus, a Sua obra e as pessoas que acreditam em nós e aqueles que dependem de nós.
Queria também lembrar que existem pessoas que estão prontas a nos ajudar. Quando resolvemos parar, também estamos ignorando essas pessoas que tanto querem nos ajudar. Cuidado, não jogue todo o projeto de Deus fora; pense, não estamos sozinhos.
Também tem alguém que você pode ajudar. Não estamos na igreja somente para ser feliz e realizar todas as nossas vontades; Deus nos chamou para ajudar pessoas, para fazer discípulos. Se você ainda não discipula alguém, peça a Deus, Ele te dará. Se você já está ajudando alguém na caminhada e então decide parar, o que acontece agora? Será que realmente podemos parar? Nossa missão é grande e temos muito trabalho a fazer. Vamos em frente, peça forças a Deus e continue.
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
7 - Criticar não é a solução
Criticar não é a solução
Perceba algo interessante: pessoas muito críticas raramente conseguem enxergar seus próprios erros. Ao se envolverem tanto em críticas, elas acabam se fechando e se tornando incapazes de se autoavaliar. Sua visão se limita tanto que desconfiam de tudo e de todos. Para essas pessoas, qualquer acontecimento é interpretado como uma tentativa de prejudicá-las. Assim, tudo ao seu redor é visto como uma conspiração ou um plano malicioso contra elas. Um simples sorriso de um irmão é interpretado como falsidade, um abraço não é considerado sincero, e palavras são vistas como mentiras. Elas acabam perdendo a capacidade de confiar em qualquer coisa.
Criticar não acrescenta em nada; tentar ajudar, compreender e estar presente, mesmo que seja difícil, é o que realmente faz a diferença. É claro que todos nós temos opiniões diferentes e nem sempre vamos concordar com tudo e com todos. No entanto, é essencial olhar para Jesus e buscar soluções, em vez de enxergar as pessoas como problemas na igreja.”
Pessoas críticas tendem a perder a sensibilidade, muitas vezes pensando que são imaculadas e detentoras absolutas da verdade. No entanto, isso é um grande engano. Ao passarmos muito tempo criticando as situações e os outros, perdemos de vista a compaixão e a misericórdia. Quando enfrentamos desafios, até mesmo dentro de nossos lares e famílias, como reagimos? Quantas críticas proferimos? A cada crítica, nos distanciamos cada vez mais do amor e da graça.
Poderíamos nos perguntar: “Eu seria capaz de fazer parte da igreja que sempre desejei? Ou minha presença prejudicaria o ideal da igreja?” É fundamental que possamos nos autoavaliar, confessar nossos próprios pecados, clamar a Deus por ajuda e interceder pelos outros para que também possam experimentar a misericórdia divina.
Um exemplo inspirador é encontrado em Neemias. Primeiro, Neemias se apresenta diante de Deus com reverência e adoração. Segundo, ele recorda a aliança de Deus com Seu povo. Terceiro, ele ora pelos filhos de Israel, reconhecendo-os como servos de Deus. Quarto, ele confessa os pecados do povo, incluindo os próprios, identificando claramente os erros cometidos. Neemias não apenas pede perdão, mas reconhece a natureza específica dos pecados, dizendo: “Não guardamos os teus mandamentos”. Ele se humilha diante de Deus com sinceridade.
É crucial reconhecer nossas falhas em vez de apenas exigir bênçãos e favores de Deus. Neemias também lembra a Deus da aliança feita com Moisés, na qual, apesar do castigo pelo pecado, Deus promete reunir Seu povo novamente para adorá-Lo. Neemias afirma: “Estes ainda são teus servos”. Deus anseia por reunir Seu povo e fazer dele uma comunidade exclusivamente Sua. Ele nos ama e deseja nos restaurar.
A leitura de Neemias 1:1-11 nos oferece uma rica reflexão sobre arrependimento, humildade e confiança na fidelidade de Deus.
Outro aspecto importante a se considerar é que, frequentemente, aqueles que são excessivamente críticos também tendem a ser falsos com os outros. Por quê? Porque criticamos alguém e, em seguida, na igreja, abraçamos essa pessoa e dizemos: ‘A paz do Senhor, meu irmão, você é uma bênção em minha vida’. Mas isso muitas vezes é uma grande mentira, pois o irmão desconhece o quanto o criticamos. Isso ilustra como nossos sentimentos se misturam e como, mesmo quando pensamos estar certos, nem sempre é o caso. Devemos ter cuidado, pois enganar a si mesmo é uma das piores coisas que podemos fazer.
Ei! Acorda! Você não é a melhor pessoa do mundo, mas foi resgatado pelo preciosíssimo sangue de Jesus, o mesmo sangue que também resgatou seu irmão. Portanto, mantenha a calma, respire fundo e siga o exemplo do salmista: ‘Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.’ (Salmos 139:23-24)
Esse trecho bíblico nos lembra da importância da humildade diante de Deus, da busca pela pureza de coração e da orientação divina em nossas vidas.
Claudio H. C. Duarte.
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
8 - A solução está no sentimento comum
A solução está no sentimento comum
A solução reside no convívio com as pessoas, comparando-nos a elas, reconhecendo que tanto nós como os outros enfrentamos diversas dificuldades. Quando compartilhamos sentimentos comuns, compreendemos muitas coisas; podemos olhar para uma pessoa e entender que, se ela falhou comigo, eu também sou capaz de falhar com ela. Assim, percebemos que todos somos frágeis e inseguros, todos necessitamos da graça de Deus sobre nós, e nada nos torna superiores ao nosso próximo. Temos muitas coisas em comum, mais do que imaginamos.
Vale a pena seguir o conselho bíblico do apóstolo Paulo que está registrado em Gálatas 6:1, “Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado”.
Perceba que Paulo está falando com os espirituais. Ele diz: ‘Vocês que são espirituais’. Ser espiritual não significa ser superior, mas sim tentar compreender o que está acontecendo com a pessoa, orando a Deus para que Ele nos conceda entendimento para ajudá-la. Ser espiritual também não é se sentir melhor do que o outro, mas é se colocar no lugar do outro. Vamos analisar detalhadamente o versículo: ‘Vocês que são espirituais devem restaurá-lo com mansidão’. Mansidão é a palavra mais adequada para nós, é ter paciência, ouvir, orar e oferecer ajuda, tudo com amor.
Há mais um detalhe de suma importância: Cuide-se. Paulo está nos alertando para termos cuidado, pois podemos passar pela mesma situação. Se isso acontecer conosco, como gostaríamos de ser tratados? Estamos lidando com uma situação de pecado, mas não se restringe apenas a isso. Em qualquer situação que nosso irmão esteja enfrentando, a recomendação do apóstolo é clara: devemos ajudar nosso irmão, mas também olhar para nós mesmos.
Quantas vezes você já errou nesta vida? E o que você fez quando errou? Reconhecer o nosso estado pecaminoso é muito importante. É muito difícil para alguém que errou querer ser tratado conforme o próprio erro. Geralmente nos justificamos para amenizar a situação. Por isso, a recomendação é restaurá-lo com mansidão.
Em Atos dos Apóstolos, vemos uma igreja vencedora. Essa igreja vencedora tem algumas características que estão registradas em Atos 2:4. Vejamos:
Perseveravam na doutrina dos apóstolos: Estavam preocupados com a palavra, perseverar é ser constante, persistir. Eles viviam preocupados em cumprir a Palavra de Deus.
Perseveravam na comunhão: Estavam juntos, o sentimento era comum. Viviam de forma que a comunhão era notável entre eles, procurando ajudar uns aos outros a crescer como igreja e como pessoa. O interesse naquele momento era de crescimento mútuo. A comunhão é um fator de extrema importância na vida da igreja. Não há como adorar a Deus sem amar o nosso irmão. É um princípio de vida cristã.
Perseveravam no partir do pão: Não tinham somente uma vida de comunhão na igreja, mas também pessoal. Viviam se visitando, se comunicando. No versículo 46, vemos que partiam o pão em casa, procuravam edificar uns aos outros e isso ia além da igreja, nas necessidades de cada um. Faziam refeições juntos. Como é bom poder parar um pouco e fazer um lanchinho compartilhando com alguém, não é verdade? Na igreja, muitas vezes não temos tempo para isso, as atividades são tão intensas que não dá nem para conversar direito. A prática de vida daquelas pessoas aumentava os laços entre eles.
Perseveravam na oração: Oram uns pelos outros. Isso era uma realidade. Estavam sempre orando juntos, priorizando a intercessão. A oração é um ato de suma importância para a igreja de Cristo. É a comunicação com o Pai, é a coluna que sustenta nossas vidas na igreja de Cristo.
Claudio H. C. Duarte.
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
8 - Saber lidar com os problemas dos outros
Saber lidar com os problemas dos outros
“Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos e não agradar a nós mesmos. Portanto, cada um de nós deve agradar ao seu próximo, no que é bom para edificação. Porque também Cristo não agradou a si mesmo, mas, como está escrito: “Sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam” (Romanos 15:1-3).
É interessante observar que, se nos consideramos fortes, devemos estar dispostos a apoiar os mais fracos e não buscar apenas agradar a nós mesmos. Infelizmente, muitas vezes distorcemos os ensinamentos da Palavra de Deus e agimos de forma contrária ao que ela nos orienta. Em vez de buscar nosso próprio prazer, devemos estar dispostos a ampliar a fé e edificar uns aos outros.
É notável como as pessoas frequentemente não conseguem suportar o mínimo. A simples falta de cumprimento na igreja já se torna motivo para aborrecimento. Raramente nos dispomos a compreender o que o outro está passando. Pode ser que esteja enfrentando dificuldades na vida, dores físicas, problemas familiares, ou outros contratempos. Por que não consideramos essas possibilidades? Em vez disso, voltamos nossa atenção exclusivamente para nós mesmos, como crianças mimadas exigindo atenção plena.
Precisamos crescer nesse aspecto. Devemos ser mais compassivos uns com os outros, demonstrando verdadeira empatia. Compaixão é a habilidade de sentir a dor alheia. É necessário que busquemos um amadurecimento na fé e abandonemos comportamentos infantis. É possível que alguém esteja enfrentando dificuldades que o impeçam de sorrir. Talvez tenha vindo à igreja buscando conforto espiritual, deixando de lado suas próprias aflições. No entanto, em vez de oferecer consolo, tendemos a julgar suas ações.
Precisamos romper com esse ciclo de egoísmo. Devemos ser capazes de perdoar, orar, sentir e, sobretudo, demonstrar compaixão.
É muito comum entre nós darmos conselhos maravilhosos para os problemas alheios. Costumamos dizer coisas como: “Se eu fosse o João, faria isso e tudo se resolveria. O João não tem atitude, não sabe resolver os problemas.” Já sabemos exatamente o que precisa ser feito, mas quando se trata dos nossos próprios problemas, a situação muda completamente. Por que é tão difícil resolver nossos próprios problemas se somos tão bons em resolver os dos outros? Parece simples, não é mesmo? No entanto, cada pessoa enfrenta desafios únicos e complexos, e para cada um de nós, nossos próprios problemas parecem grandes e difíceis de resolver.
Temos que admitir que, na verdade, somos todos muito parecidos. O que varia são os problemas que enfrentamos. Alguns de nós conseguem lidar com eles, enquanto outros lutam para encontrar soluções. A vida é uma montanha-russa, e assim caminha a humanidade: ora em momentos bons, ora em momentos difíceis. É importante lembrar que, embora possamos oferecer conselhos valiosos aos outros, também precisamos ser pacientes e compreensivos conosco mesmos quando enfrentamos nossos próprios desafios.
Você já parou para pensar por que é tão desafiador se relacionar com as pessoas? A resposta pode residir na falta de compreensão dentro de nós. Precisamos nos submeter a uma análise pessoal profunda de nossas próprias vidas, oferecer ajuda e ser mais sensíveis aos outros. Com muita frequência, tendemos a atribuir a falta de atitude do próximo ao simples desinteresse. Mas, francamente, é necessário um confronto sério. Devemos olhar para dentro de nós mesmos e eliminar todos os preconceitos e sentimentos negativos. Somente assim poderemos evoluir para além de comportamentos infantis.
Quando aprendemos a nos relacionar uns com os outros, os resultados da comunicação melhoram significativamente. Ao olhar para um irmão que talvez tenha nos tratado mal, podemos agora entender de outra maneira: Será que ele está enfrentando algum problema? Será que fiz algo que o magoou? Será que sua saúde não está bem? Qual será o problema dele? Decido orar a Deus e buscar formas de ajudá-lo. Isso muda completamente o sentimento; em vez de ficar magoado, passo a refletir diversas vezes antes de reagir. Torno-me um intercessor pela vida dele.
Precisamos mudar de atitude urgentemente. Não podemos mais viver como igreja sem saber nos relacionar, pensando que nosso sofrimento é o maior do mundo, que somos as pessoas mais desfavorecidas na igreja, ou que ninguém gosta de nós.
Gostaria de pedir algo a você agora: pare por um momento a leitura e medite no Salmo 139. Leia com calma, refletindo sobre cada palavra, e ore ao Senhor. Certamente, Ele lhe falará muitas coisas.
Claudio H. C. Duarte.
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9 - Saber lidar com os problemas dos outros
Saber lidar com os problemas dos outros
“Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos e não agradar a nós mesmos. Portanto, cada um de nós deve agradar ao seu próximo, no que é bom para edificação. Porque também Cristo não agradou a si mesmo, mas, como está escrito: “Sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam” (Romanos 15:1-3).
É interessante observar que, se nos consideramos fortes, devemos estar dispostos a apoiar os mais fracos e não buscar apenas agradar a nós mesmos. Infelizmente, muitas vezes distorcemos os ensinamentos da Palavra de Deus e agimos de forma contrária ao que ela nos orienta. Em vez de buscar nosso próprio prazer, devemos estar dispostos a ampliar a fé e edificar uns aos outros.
É notável como as pessoas frequentemente não conseguem suportar o mínimo. A simples falta de cumprimento na igreja já se torna motivo para aborrecimento. Raramente nos dispomos a compreender o que o outro está passando. Pode ser que esteja enfrentando dificuldades na vida, dores físicas, problemas familiares, ou outros contratempos. Por que não consideramos essas possibilidades? Em vez disso, voltamos nossa atenção exclusivamente para nós mesmos, como crianças mimadas exigindo atenção plena.
Precisamos crescer nesse aspecto. Devemos ser mais compassivos uns com os outros, demonstrando verdadeira empatia. Compaixão é a habilidade de sentir a dor alheia. É necessário que busquemos um amadurecimento na fé e abandonemos comportamentos infantis. É possível que alguém esteja enfrentando dificuldades que o impeçam de sorrir. Talvez tenha vindo à igreja buscando conforto espiritual, deixando de lado suas próprias aflições. No entanto, em vez de oferecer consolo, tendemos a julgar suas ações.
Precisamos romper com esse ciclo de egoísmo. Devemos ser capazes de perdoar, orar, sentir e, sobretudo, demonstrar compaixão.
É muito comum entre nós darmos conselhos maravilhosos para os problemas alheios. Costumamos dizer coisas como: “Se eu fosse o João, faria isso e tudo se resolveria. O João não tem atitude, não sabe resolver os problemas.” Já sabemos exatamente o que precisa ser feito, mas quando se trata dos nossos próprios problemas, a situação muda completamente. Por que é tão difícil resolver nossos próprios problemas se somos tão bons em resolver os dos outros? Parece simples, não é mesmo? No entanto, cada pessoa enfrenta desafios únicos e complexos, e para cada um de nós, nossos próprios problemas parecem grandes e difíceis de resolver.
Temos que admitir que, na verdade, somos todos muito parecidos. O que varia são os problemas que enfrentamos. Alguns de nós conseguem lidar com eles, enquanto outros lutam para encontrar soluções. A vida é uma montanha-russa, e assim caminha a humanidade: ora em momentos bons, ora em momentos difíceis. É importante lembrar que, embora possamos oferecer conselhos valiosos aos outros, também precisamos ser pacientes e compreensivos conosco mesmos quando enfrentamos nossos próprios desafios.
Você já parou para pensar por que é tão desafiador se relacionar com as pessoas? A resposta pode residir na falta de compreensão dentro de nós. Precisamos nos submeter a uma análise pessoal profunda de nossas próprias vidas, oferecer ajuda e ser mais sensíveis aos outros. Com muita frequência, tendemos a atribuir a falta de atitude do próximo ao simples desinteresse. Mas, francamente, é necessário um confronto sério. Devemos olhar para dentro de nós mesmos e eliminar todos os preconceitos e sentimentos negativos. Somente assim poderemos evoluir para além de comportamentos infantis.
Quando aprendemos a nos relacionar uns com os outros, os resultados da comunicação melhoram significativamente. Ao olhar para um irmão que talvez tenha nos tratado mal, podemos agora entender de outra maneira: Será que ele está enfrentando algum problema? Será que fiz algo que o magoou? Será que sua saúde não está bem? Qual será o problema dele? Decido orar a Deus e buscar formas de ajudá-lo. Isso muda completamente o sentimento; em vez de ficar magoado, passo a refletir diversas vezes antes de reagir. Torno-me um intercessor pela vida dele.
Precisamos mudar de atitude urgentemente. Não podemos mais viver como igreja sem saber nos relacionar, pensando que nosso sofrimento é o maior do mundo, que somos as pessoas mais desfavorecidas na igreja, ou que ninguém gosta de nós.
Gostaria de pedir algo a você agora: pare por um momento a leitura e medite no Salmo 139. Leia com calma, refletindo sobre cada palavra, e ore ao Senhor. Certamente, Ele lhe falará muitas coisas.
Claudio H. C. Duarte.
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10 - Ser intercessor é fundamental
Ser intercessor é fundamental
Você já orou por alguém hoje? Alguém já fez um pedido de oração para você? Você orou ou esqueceu? Muitas pessoas esquecem, e isso é muito comum. Quando elas vêm até nós pedir oração, no primeiro momento ficamos preocupados com a situação e afirmamos que vamos orar, porém, logo quando saímos da presença da pessoa, acabamos esquecendo de orar por ela. Interceder por alguém é algo muito mais profundo do que apenas um momento de oração; é se envolver, é pensar na pessoa e no problema dela várias vezes ao dia e tomar aquela luta como se fosse nossa, é guerrear com ela. Será que estamos dispostos?
Veja o que a Bíblia diz em Tiago 5:16: ‘Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito nos seus efeitos’. A Bíblia recomenda que oremos uns pelos outros, e isso nos curará. A oração pelo nosso irmão é uma das coisas mais importantes que podem acontecer no reino de Deus; quando oro por alguém, não apenas estou ajudando essa pessoa, mas também estou deixando um pouco o foco do meu problema para pensar nos outros. Sabe o que é interessante? Isso funciona para nós como uma terapia, faz com que esqueçamos um pouco da nossa dificuldade. Ajudar ao próximo é algo bom que só resulta em coisas maravilhosas. Sentimo-nos bem com a vitória do irmão, de tal forma que parece que a vitória é nossa também, ficamos motivados, e a nossa fé aumenta.
É lógico que você não vai conseguir se envolver com o problema de todas as pessoas que congregam na sua igreja, mas o importante é orar por algumas pessoas de maneira mais intensa, às vezes ficamos tão apegados ao nosso problema e só pedimos oração, não oramos por ninguém só queremos oração. É hora de ser um intercessor.
Não desista, mesmo que o problema não apresente uma solução imediata. Persista, não pare, pois Deus há de encontrar uma saída. Um bom exemplo de intercessão é o de Neemias. Quando ele pede informações sobre seu povo e percebe que a situação não é nada boa, ele senta, chora e lamenta por alguns dias, demonstrando seu profundo envolvimento. Neemias então decide orar e agir; ele sai do palácio e vai reconstruir a cidade. Que iniciativa incrível, não é mesmo? O que você tem feito pelos outros?
Ser um intercessor não é apenas orar, mas também sentir a dor do outro. Precisamos parar de pensar só em nós mesmos e orar mais pelos outros. Quando você passar a interceder mais, vai perceber o quanto isso faz bem.
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
10 - Tudo tem seu tempo
Tudo tem seu tempo
Às vezes, fico observando as pessoas; elas estão tão apegadas a um cargo ou a uma determinada posição na igreja que não percebem que há tempo para todas as coisas e espaço para todos. Existem pessoas que só trabalham na igreja se possuírem um cargo; caso contrário, não se envolvem. Se for outra pessoa liderando, elas simplesmente não comparecem, não colaboram. Outras são tão apegadas que não querem ceder a oportunidade, não deixam a liderança, não dão lugar, e, consequentemente, também não fazem discípulos, com medo de perder seu cargo. Não podemos esquecer que o reino de Deus precisa crescer e que precisamos ensinar outras pessoas; Jesus ordenou que fizéssemos discípulos.
Existem pessoas que estão há muitos anos em seus cargos porque não há ninguém para assumir; faltam pessoas ou elas não querem assumir responsabilidades. Até aí tudo bem; se há obra, precisamos estar prontos para ajudar. Porém, quando não compreendemos que tudo tem seu tempo, ficamos frustrados. É muito importante entender que, ao entregar um cargo ou sair de um grupo, Deus dará outras oportunidades. Se consigo trabalhar com esse entendimento, vou prosseguir na igreja sem dificuldades. O que é seu, aquilo que Deus lhe reservou, será seu; você sempre terá um espaço na igreja. Nem sempre precisamos de destaque ou ter nosso nome na lista de cargos da igreja.
O grande problema é que muitos não entendem que o trabalho é o mais importante e que o cargo é apenas uma consequência desse trabalho. Conheço pessoas muito interessantes que trabalham muito na igreja; são ativas e confiáveis para muitas tarefas. Elas não se importam se têm um cargo ou não; querem trabalhar. Essas pessoas compreenderam como funciona o reino de Deus: trabalham com o objetivo de ajudar e não buscam os holofotes. Por outro lado, também conheço pessoas que, mesmo tendo capacidade e sendo chamadas por Deus e pela igreja, não querem se envolver. Isso é um problema sério, causa falta na igreja e a obra sofre. Precisamos fazer nossa parte; se você foi chamado, vá, pois Deus irá ajudá-lo. Você precisa desenvolver seu dom, assumir aquilo que Deus o chamou para fazer.
Por outro lado, é curioso observar que há pessoas que desejam um cargo, mas não mantêm uma presença constante na igreja; comparecem a um culto e faltam a dois, vêm uma semana e na seguinte não aparecem. No entanto, vivem reclamando da falta de oportunidades, criticam a liderança e afirmam que o trabalho não está sendo realizado corretamente. A igreja precisa, de fato, de pessoas verdadeiramente comprometidas, que estejam totalmente engajadas e com uma presença significativa. Como a liderança pode contar com alguém se, a cada evento marcado, essa pessoa não comparece ou, quando comparece, não colabora? Assim, a situação se torna complicada.
Agora, vamos ajustar as coisas: Não se pode ser egoísta a ponto de não querer passar o cargo e ensinar os outros, como se fosse o dono da situação. Não se deve contribuir apenas com o próprio departamento ou ministério, a ponto de não auxiliar nos outros trabalhos da igreja. Não se deve temer assumir um cargo; a igreja precisa de você. Se você se sente chamado e a igreja solicita, então vá; Deus está no comando e te ajudará. Não se deve ficar observando quem está liderando, pensando que aquele lugar deveria ser seu. É necessário dar as mãos ao líder e ajudá-lo a desenvolver o trabalho, contribuir e estar pronto para tudo, visando o crescimento do reino. É preciso saber que tudo tem seu tempo. Deus nos ensina constantemente e nos capacita a cada momento de nossas vidas; precisamos aprender com Ele. Lembro-me do que o Apóstolo Paulo escreveu aos Coríntios em sua primeira carta: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (I Coríntios 15:58). O trabalho é para o Senhor; temos uma missão e não podemos esquecer que não estamos trabalhando para líderes nem para o pastor, mas sim para Deus.
Também não podemos esquecer que fazemos parte de um corpo, conforme registrado em Efésios 4:15-16: “Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo para sua edificação em amor”. O trabalho precisa ser feito com amor, mergulhando de coração na obra, amando o irmão, a igreja, o pastor, mesmo com falhas, pois também somos falhos. É bom lembrar-se disso.
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
10 - Deus chama você à responsabilidade
Deus chama você à responsabilidade
Deus hoje te chama; Ele já chamou os outros, e cada um deu sua resposta. Qual será a sua? Você vai pesar sua decisão com base nas circunstâncias? Com base em pessoas? Ser responsável não é isso; ser responsável é assumir seus compromissos. Afinal, quando Jesus morreu na cruz, Ele não estava pensando se valia a pena ou não morrer por um pecador, tampouco se preocupava se aquele pecador iria virar as costas para Ele. Não, Ele não se baseou nisso; Ele cumpriu sua missão movido por um motivo muito forte: o amor. Pergunto a você: precisa de motivo maior? Ame sua igreja, abrace seu ministério, ajude seu pastor e sua liderança. Deus espera isso de você. Se isso for difícil para você hoje, eu tenho um conselho que aprendi do Senhor: ore por você mesmo. Diga assim: ‘Senhor, eu não consigo; preciso que o Senhor me ensine a amar as pessoas, a ter mais paciência, a colocar em mim um sentimento de compaixão. Ajuda-me a enxergar quem eu sou; preciso de um espelho espiritual para ver minhas imperfeições. Ajuda-me a ver os valores das pessoas e não somente o lado ruim delas. Dá-me uma outra visão de igreja; ensina-me a entender como funciona o reino de Deus.’
Eu creio que, ao chegar na igreja novamente, sua visão começará a mudar. Você verá o lado maravilhoso que a vida na igreja pode lhe proporcionar: vai amar as pessoas, vai perdoar, vai querer estar na igreja ao lado delas..
Que Deus lhe abençoe e que você aprenda, assim como eu aprendi. Pois hoje, eu vivo muito feliz na minha igreja e faço de tudo para viver cada momento com meus irmãos.
Claudio H. C. Duarte – www.sigaele.com.br
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